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Atualizado em 03/10/2017

Brasil, pátria amada idolatrada, salve, salve... – Edgar Antunes Pereira

Nada mais é que uma grande corporação tomada e dirigida por sábios e preparados criminosos que apoderaram desde muito, dos três poderes: legislativo, que como o nome indica legisla, porém, somente em causa própria; o executivo, que urde as tramóias e as faz acontecer; e judiciário, que dá guarida a todos. Há um quarto poder embrionário, o Ministério Público, ainda, que resiste bravamente e a duras penas da chibata da corrupção que sangra a todos.

Há-se que ressaltar, por reconhecimento, alguns gatos pingados nos tribunais inferiores e na Polícia Federal, que trabalham sob forte esquema de “abafa” dos órgãos controladores submissos à poderosa bandidagem dos três poderes.

Graças a estes é que chegam às ruas, quando em vez, denúncias à máfia dirigente, a gritaria da classe idiota, formada pela vassalagem, incontinente alardeia nas praças, ruas e avenidas, sem nexo e posição, a sua revolta. Logo acalmada por bolsas miseráveis e favores de pouca monta até que o tempo as coloque no depositário empoeirado do esquecimento.

Reação? Impossível derrubar essa máquina administrativa; dominam tudo e todos, da cabeça aos pés. São quem fazem as leis, que as julgam e, como de praxe, se inocentam. São eles que governam, mandam, constroem e destroem. Criam empresas estatais, mantidas e dirigidas para o enriquecimento ilícito desmedido da cúpula administrativa dos poderes. Se sucedem, obedecendo os vínculos familiares.

Há uma ordem administrativa estabelecia vigorosa, em que, às vezes, há rodízio, mas nada muda. As divisões distintas da corporação se repetem de mesma forma nos Estados e municípios. Sempre formadas por ladrões. Obedecem o mesmo organograma central. A divisão de poderes é a mesma.

Há a que cuida de dar legalidade aos atos ilícitos - Congresso, assembléias e câmaras de vereadores - cometidos por si e pela facção executiva que se dá através de criação de leis protetivas e julgamentos justos.

A divisão mais importante em todos os escalões é o poder executivo. Cuida, principalmente, da gestão geral, é o responsável por toda a infraestrutura da administração central e detém o poder total sobre as demais. É o dono do dinheiro. Rege tudo: empresas estatais, bancos oficiais, construção de obras públicas e o relacionamento, muito importante, com diretores corruptos por natureza de empresas privadas, em todas as áreas, de engenharia, só como exemplo, que fazem as obras estruturantes superfaturadas, normalmente, o dobro do custo do mercado internacional. São elas que pagam parte dos ganhos mirabolantes dos dirigentes da máquina corporativa.

A divisão que julga e inocenta, fundamental, é chamada de poder judiciário e é composta de homens travestidos de probos. Parecer é muito importante, elegantes e de fala fluente, comunicam-se com o povo através de uma língua desconhecida, o juridiquês. O povo não entende nada do que falam, porém, aplaudem, acham bonito e inteligente esse linguajar.

A mantença dessa gigantesca máquina governante custa os olhos da cara. Dois terços de tudo que a Pátria amada e mãe gentil produz. Algo em torno de dois bilhões de dólares americanos, moeda de um povo muito rico que vive ao norte e muito criticado. A organização é tão perfeita que quando acontece um descuido e chega ao conhecimento da vassalagem, o descuidado, passa uns dias na prisão fechada e, imediatamente, volta cumprir pena em mansões. Outros são condenados a sessões de Netflix, já que são condenados a ficar a noite em seu lares palacianos, assistindo às séries.

Empresa assim seria fadada à falência. É uma preocupação inexistente na corporação. Falta dinheiro, aumentam-se os tributos cobrados, cortam-se os cala boca. E tudo volta à normalidade. A vassalagem está sempre disposta a pagar.

Há!!! Temos um Exército heróico, o de Caxias. Mas todos seus generais já se foram. O que sobrou vive amofinado, enrustido nas casernas, sob ordens de esquerdeopatas.

 

(*) Jornalista

 

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