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Atualizado em 06/10/2016

Dois anos sem Luís Carlos Perereca Novaes - George Nande

Seu cheiro ainda pode ser sentido na redação. Sua mesa continua no mesmo lugar, inclusive com uma gaveta trancada, guardando algum segredo. Não temos a chave. Seu computador também segue na mesma posição. Paraíba, o Zé Wilson Santos, até trabalhou no seu trono por algum tempo, mas depois migrou para outro canto. Atrás do seu micro, há um santinho da sua missa de 7º dia colado, mantendo a nossa memória viva e ligada no grande amigo, mestre, companheiro e exemplo profissional que você foi.

A saudade é grande, principalmente quando a redação está vazia e silenciosa. Calada até mesmo do festival de músicas que promovíamos na redação, cada um ouvindo o que queria em seu computador, numa mistura de ritmos, gêneros e gostos que alegravam o nosso ambiente de trabalho. Muita coisa mudou. As velhas discussões sobre português, cinema e política tornaram-se raras, assim como os acirrados debates sobre futebol.

Perdemos você para o plano divino, mas perdemos também um pouco de nós mesmos. Até a inspiração. Entretanto, caro amigo! Aqui seguimos - com o time desfalcado -, na lida diária da informação. Não com o mesmo brilho, o mesmo humor e a mesma pimenta que você adicionava nos textos diários.

Mas caminhar é preciso. E assim seguimos na nossa peregrinação, com o coração doendo de saudade. Muita saudade de você, caro Luís Carlos Perereca Vieira Novaes, que há exatos dois anos partiu para sua viagem celestial, deixando no plano terreno um legado de ensinamentos e uma legião de amigos e fãs!

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